sábado, 24 de outubro de 2009

que engraçado....

Que engraçado a vida. Uma hora estamos paranóicos amando , outras vezes sofrendo. Pessoas passam na nossa vida ( cometas, será?), outras nos encontram e querem ficar (será que são as estrelas?).- Mas porque tudo isso? ", às vezes me pergunto.

Continuo depois..... ( pq tão me chamando do outro lado)

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Wendy me


- Wendy, não chora.Estou aqui!"


Que lindo conto de fadas né? O mais lindo é quando tivemos a oportunidade de viver dentro deles. Pois bem, a estória do Peter Pan é uma das mais gostosa de ouvir quando é criança,ou ficar preso assitindo ao filme quando se é adulto.Vale apena viajar em seu universo. Vamos relembrar:

"Peter é o garoto que se recusa a crescer espreita a casa dos Darling, pois Wendy a mais velha dos filhos do casal Darling, crê que ele exista e já convenceu seus irmãos, João e Miguel. Wendy tem certeza disto, pois Peter Pan perdeu sua sombra. Aproveitando a ausência dos pais de Wendy, ele vai até a casa dela. Após recuperar sua sombra, Peter Pan ensina a Wendy,o que devem fazer para voar: pensar em algo bom e usar um um pó mágico, que uma pequena fada, Sininho, joga sobre ela. Peter leva Wendy para um passeio na Terra do Nunca, um ilha encantada que é o lar de Peter, Sininho, os Garotos Perdidos e um pirata chato, o Capitão Gancho. Tudo realmente se complica quando Sininho fica com muito ciúme de Wendy e quer prejudicá-la."


Quando se é Wendy,acreditamos que Peter existe, e se existe, a espera é ansiosa. Até que um certo dia ficamos confiantes quando a vida nos indica um caminho exato para a Terra do Nunca,mas para ir para lá é necessário voar...nossa, esquecemos disso. Daí vimos a importância de Peter...

Versão real.


Quando Peter apareceu pela primeira vez, Wendy estava em mais um de suas rotinas ( coisas do dia-a-dia universitário e pessoal, como:
estágios,provas,congressos,viagens, e alguns probleminhas...etc,etc...),até que certo dia , viu um belo jovem com seu chapéu verde lhe chamar a atenção. Wendy não tinha se encantado só pela aquela forte cor verde que ele carregava nos olhos, e sim, pela a atitude que ele demostrou em procurar o espírito que havia perdido , logo encontrando ao lado dela uma nova maneira de voar acompanhado. Wendy não deixou de exitar, acreditada, permitiu-se voar com Peter para interior terra encantada dele.Peter c
onhecia Wendy há pouco tempo,soube dos planos e sonhos dela,mas não sabia ao certo o que ela queria, pois Wendy pareceu-se confusa , o que na realidade ela estava ,isso porque ela não imaginava que ele fosse aparecer, ainda não tinha acreditado, custava a ela compreender o encanto, tudo estava tão perfeito que ela suspirava bobagens, e fazia ele pensar fultilidades a seu respeito ( não tem quando vc tá apaixonado? Você não começa a dizer coisas sem noção brincando?)pois é, ela estava certa que falava besteiras,que logo ficava pensativa no que dizia depois quando desligava as ligações ou escrevia mo msn, e refletia: -" espere que ele não leve a sério".

Wendy era uma criança,Peter sabia, porque ele também era uma,porém vivido, já Wendy estava querendo aprender com ele, mas Peter não compreendeu os interesses dela. Sininho, havia falado em seu ouvido que, Wendy tiraria proveito de sua terra. Pobre Wendy,tão apaixonada, tudo tão novo e perfeito ,embreagada pela alma que havia encontrado do Pam , não havia intenções pelas quais Sininho insinuava. Sintonizada no profundo mundo de Peter, não se passava o quanto ele fazia manter ela até alí. Passados dias mágicos, a cada hora que Peter dormia, ela zelava seu sono que, para ela; olhar os detalhes de seu rosto, sentir o perfume natural de sua pele, como também tocar em cada fio de seus cabelos, deixava ela exausta pela manhã ao acompanhar até adormecer, o ritmo dessa magia. Peter dormia e Wendy o amava, contemplava o seu belo sorriso nos seus sonhos, quando ela despertava,não via a hora dele acordar para o ver sorrindo para ela, todo o resto do dia.

Wendy sentia Peter cansado,Peter havia falado muito que na Terra do Nunca havia muitas batalhas a vençer e uma delas é sempre ganhar de um maqueavélico capitão gancho.Mas Peter desligou-se os 4 dias de lá, enquanto isso mostrava a Wendy o seu coração, que ela levou de volta para casa dos Darling. Wendy tinha jurado amor a Peter diante de um santuário, Peter já fazia parte dos planos dela.



ESTÁ NA HORA DE WENDY PARTIR...

Antes de partir na sua utima noite ,Wendy conheceu melhor Peter.Ele prometeu seu coração a ela, e ela cumpria o guardando.Só que na mesma noite, Wendy sente que Peter era aquilo que ela sempre procurou, chorando escondido quando ele adormecia, sentia que alí seria a ultima vez que seus corpos encontravam. Wendy chorou de aleria por ter conhecido o verdadeiro amor, e chorou tristemente ao perceber que havia de partir no outtro dia, mas ela não perdeu seu pouco tempo, e mais uma vez voltou a admirar Peter dormindo.
Wendy perde a hora, ela está exausta,não conseguiu acordar na hora certa para assumir a sua responsabilidade de voltar, sua impontualidade fez com que Peter deixasse para traz os seus amletos. Quando Peter percebeu o que havia perdido, Wendy se sentiu culpada, sim ,culpada! Carregou a sua culpa até o dia que Peter foi franco com ela a ponto de dizer o valor de suas coisas. Mas pobre Wendy, tava tão apaixonada que que ficou decepcionada com ela mesma o tempo todo,isso por ter feito Peter pagar pela sua displicência apaixonda ( admirou tanto naquela noite que perdeu a hora) ,tentando disfarçar a decepção.
Ao partir Wendy chora desesperadamente, chora por ter voado sozinha para casa deixando a recordação daquela magia ao lado de Peter.Chegando na residência dos Darling,dorme para encontrar Peter em seus sonhos.


O TEMPO PASSA...


Wendy volta a sua rotina,mais diferente de como era antes,ou seja,mais viva. Aquela garotinha volta e fica meses e meses se renovando,Wendy começa a compreender as batalhas de Peter na Terra do Nunca, ver que ele possui um elevado narcisismo, mas ela não ligava. Ela parecia amar cada detalhe de sua impressão arrogante,o que ela mais queria, era também conhecer ainda a face mais humana de um Peter irritado, o Peter com mal humor,cansado, triste... Wendy sentia que, conhecendo melhor Peter, poderia saber a melhor maneira de não decepcionar ele quando estivesse na sua Terra, e diante disso,fi procurar uma melhor alternativa para buscar suas resposta ,isto é, perguntando a um dos Garotos Perdidos. Wendy não sabia do que aquilo poderia acarretar em desconfortos, o que ela mais queria eram respostas , pois da mesma forma que Peter buscou conhecê-la através de seus dois irmãos, Wendy estava fazendo o mesmo.Mas Peter não gostou e Wendy sem querer pagou.
Ela pagou caro, Wendy amava tanto Peter que para ela, seus defeitos não estavam acima de seu amor. Para Wendy , Peter era especial, ela compreendia seus medos porque em todos neles havia motivos para ele ter razão.Peter não queria enganar Wendy e falou quem ele era ( impaciênte,frio,calculista), só que ela não estava tão preparada para ouvir as verdades de uma forma tão crua. Wendy chorou, decepcionou porque sentiu-se que o seu mundo não estava mais conectado junto ao dele, e assim ela preferiu se trancafiar na própria dor, partindo da vida do seu grande amor. Ela queria deixá-lo livre mesmo o amando, Wendy se sentiu culpada e covarde por ter decepcionado Peter. Mas pobre Peter , se depcionou com uma menina que queria apenas viver dentro de seu coração,uma menina que não havia se apaixonado pela fama do tão grande Pam, pois Wendy só queria ser compreendida e amada por ele, Wendy queria amar e compreender ainda mais Peter. Mais uma vez, pobre Pam,deixou que a sininho o ajudasse no caminho para sua solidão.


" Wendy não chora , estive aqui"


Carol

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

O lado de lá




Hoje conversando com uma grande amiga e pesquisadora de uma conceituada universidade no exterior, a respeito do tráfico de drogas no mundo, pudi perceber a profundade desta delicada situação.Uma vez,relembrávamos dos nossos heroizinhos do passado (as personalidades e também aqueles amigos que faziámos rir, chorar,etc.)que entraram por uma curiosidade ( diziam testar seus limites ) em uma finita loucura de um mundo, que para muitos não tem volta (pode ser, porque até hoje não os vi voltando), para outros, tem, é o que muitos desses afirmam, e não eu tá?! (foi o que muitos dos meus amigos falavam diziam isso para mim, mas cadê eles? Por que eles não voltaram?). Quando lembrávamos dos fatos,eu e a minha amiga, lembrávamos também, do comércio sedutor que o tráfico de drogas oferece a tantos influentes e não influentes, uma grande parte de seus generais, são na maioria políticos e grandes empresários, como também autoridades policiais (digo não todos,mas uma grande parte ) mascarados por paletós e gravatas,pregando a moral e os bons costumes no seu núcleo familiar (com seus filhos mesmo!). Quem não conhece a Erythroxylon coca (vulgarmente conhecida como a cocaína),ou a dietilamida do ácido lisérgico ( LSD ),e adiacetilmorfina ( a famosa "heroína",que salva os barões do tráfico das suas vultosas dívidas) e já ia esquecendo, ah, sim, lembrei de mais uma: 3,4- metilenodioximetanfetamina (MDMA),vulgarmente conhecida como: "ecstasy".Bem, as demais todos já conhecememos, mas prefirir frisar estas,porque são elas que dão mais lucro, sou seja, movimenta no mundo uma receita de cerca de US$ 50 bilhões, segundo o relatório das Nações Unidas sobre Drogas e Crime. Infelizmente, essa é um pouco desta realidade, diríamos, uma parte dela, a parte dos lucros.

Me pergunto, será que vale a pena entorpecer os bolsos dos "caras"? Bem, deve ser legal né? Aos invés de pensar em problemas "agente" pára e toma umas pilulazinhas daquelas e fica louco o dia todo (usa uma, máscara); dançando e "alegre", esquece de tudo, ou se não , prefirimos ter aquelas alucinações, delírios incríveis, tudo na forma mais louca que agente sente, ou seja, esqueçemos de relacionamentos, famílias, dívidas, tudo! Oh! Será? É o que muitos dizem, e dizem para mim: - vale apena, aproveita, deixa de ser careta! Mas eles não sabem o quanto tenho um carinho pelo meu dinheirinho, acho que eles não sabem que quem fornece, também é "careta", prefere ganhar a perder, entende? Tem uma frase de uma cara que conheci, por sinal louco, mas sã (lê-se: ilimitado,não usuário)que disse: "feliz dos sabidos, se tem os trouxas para comprar". Só que muitos desses "trouxas", encontram-se nos pilares de nossa sociedade, isto é, são pessoas lindas e inteligentes ( não sei se este ultimo adjetivo é melhor qualificado
nesta relação),pessoas cujo o custo de vida é confortável,pessoas que se dizem melhores , poderosas , e que "sabem" fazer o certo,e é clro, não passam limitações com 470$ reais mensal.São estas que ajudam a engordar o "porquinho", dos barões do tráfico.

Minha colega viciada falava: "enquanto os ricos são do pó, sou só da marijuana" (lê-se : maconha), o que ela quis dizer que ,a marijuana é barata, não descapacita cruelmente como o crac ( que por sinal é conhecida como: droga dos pobres) por ser "barato" em relação aos graminhas da coca e as outras que citei mais acima.Mas são essas drogas dos pobres que também ajudam a disseminar a destruição, isto é, se eu consumo com prazer, ajudo aquele cara (lê-se: traficante) a comprar mais armas.Se eles têm mais armas, mais poderosos ficam e dessa forma mais donos ficam do nosso espaço, se o lema é liberdade , por que devo ficar presa, sob os comandos deles quando dão o toque de recolher? E se eu ouso a infringir as suas ordens não serei presa e nem sairei com um habeas corpus para o meu gozo da liberdade de direito, e sim, no mínimo morta com uma única bala em minha cabeça,e se depender da gravidade que eu fiz, vão abrir o meu corpo (como fizeram com o Tim Lopez), dessa forma a liberdade seria eterna,ou seja, iria para um lugar onde todos corremos de medo ,mas iremos.O LADO DE LÁ.

Por outro lado, se não é conosco que acontece isto (que pelo uma parte não seria tão deprimente assim), quem paga por este fato são os nossos; filhos ,pais, irmãos, primos, amigos e marido ou mulher, seja lá quem for, mas que incondicionalmente amamos.Que certa vez, saem nas ruas alegres, em uma plena tarde, toda a família reunida, os amigos também ,e de repente, acontece de surgir um elemento que te surpreende, levando a tua carteira velha e teus 20 reais, não satisfeito , volta e dispara um tiro certinho,que anula eternamente sonhos e projetos daquele(a)que havia planejado por uma vida, desfazendo uma alegria de uma época, em tristezas de muitas tardes, porque só quem fica é quem sabe a tamanha revolta que carrega, misturada com dores de saudades por uma longa estrada.

Essas dores,são tão grande que fazem parte de nossa estatística. Quando meus colegas ou amigos consomem, eu vejo em suas fumaças e nas suas alucinações momentâneas (dizem eles:"para esquecer dos males da vida") famílias sendo desfeitas, sonhos de 10, 20 ,30 ,40 anos sem retorno, jamais sem vida. Meus pobres,com as almas vagas, não possuem a mínima ciência que eles também são co-autores desta devassa, pois caso soubessem,o delírio seria: encarar esse lado, e não o lado de lá.


DE:;
CAROL

terça-feira, 13 de outubro de 2009

por enquanto....

Como estou sem tempo de publicar algo aqui, resolvi colocar a Clarice Lispector aqui.



Olhe, tenho uma alma muito prolixa e uso poucas palavras.
Sou irritável e firo facilmente.
Também sou muito calmo e perdôo logo.
Não esqueço nunca.
Mas há poucas coisas de que eu me lembre.

Clarice Lispector

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Os narcisistas,mestres da negação.Neo-narcisismo pós-hedonista


Um dia, vendo um determinado blog, pudi ver que a autora tinha citado uma das colunas do Psicanalista Lázaro Freire.Cofesso ,que gostei tanto de uma das milhares dele, que resolvi colocar ela por aqui. O Lázaro, também mencionou O psicólogo Lawrence Josephs, em uma entrevista a revista norte-americana,Time.
Por ter me chamado tanto a atenção,resolvi fazer o mesmo, expor aqui o que passa no nosso atual mundo conturbado, onde a essência torna-se um objeto de segundo plano, que o mercado do narcismo nunca sai de moda e que o ideal é ser mais um psicótico no meio dessa selva da ganância capaitalista do querer ter mais e mais e nunca estar satisfeito, pelo o mínimo que se tem. Por favor, não quero que me taxem como uma Marxista e inimiga número 1 do capitalismo,até concordo com algumas posições do Karl Marx,e sei, que alguns dos grandes capitalistas são "bonzinhos" -atchimmmm Gatesss,foi mal (esse espirros ainda me matam....rsrs).A única coisa que que eu percebo, são pessoas com embalagens lindas, mas tão vazias em si, que fico na dúvida de ter abuso ou pena (pena seria a melhor resposta), que preferem viver entorpecido no mundo ( egordando o bolso dos farmacêuticos ou colaborando para o PIB dos empresários das drogas) , por não ter coragem de segurar (encarar), na maioria das vezes, sua própria mascara (ou melhor, suas frustrações)e não querer procurar ajuda. Bem, acho que o Lázaro vai falar melhor o que eu quero dizer.




Narcisistas: os mestres da negação

POR:Jeffrey Kluger
Revista Time

O psicólogo Lawrence Josephs sabe dizer de imediato quais os pacientes que, mais provavelmente, o despedirão. Os narcisistas podem ser os piores e só chegam a um terapeuta porque seus cônjuges não param de cobrar mais interesse no casamento e porque as pessoas no trabalho não parecem lhes dar o crédito ou a atenção que merecem. Freqüentemente, ficam apenas o tempo suficiente para decidir que o que realmente precisam é deixar o casamento e trocar de emprego. Depois disso, abandonam a terapia.
"Eles vêm por coerção", disse Josephs, professor de Psicologia da Universidade Adelphi em Garden City, Nova York. "Mas não se comprometem. O que realmente querem é que tudo saia de acordo com suas vontades".
Se serve de conforto para Josephs, ele não é o único a ter tais problemas para lidar com narcisistas, e não são apenas os narcisistas que dão aos terapeutas tais problemas. O narcisismo é apenas uma de 10 condições que se enquadram no diagnóstico de transtornos de personalidade, e segundo a maioria dos relatos, os narcisistas estão entre as nozes mais difíceis dos psicólogos quebrarem. Terapia de conversação geralmente não os sensibiliza; terapia com medicamentos funciona igualmente pouco. Os pesquisadores sabem o motivo.
Condições mentais comuns, como transtornos de ansiedade, desordens alimentares e depressão, podem ser pensadas como uma casca patológica em torno de um núcleo intacto. Descascar a pele por meio de terapia de conversação ou seu derretimento por meio de medicamentos pode eliminar o problema. Mas os transtornos de personalidade, por outro lado, estão marmorizados por todo o temperamento. Os narcisistas podem ser concentrados em si mesmos, mas eles acreditam que têm o direito de ser assim. Personalidades histriônicas podem exagerar as coisas, mas de que outra forma seriam ouvidas? Já é difícil o bastante persuadir a maioria das pessoas a procurar um terapeuta, e é ainda mais difícil quando o paciente nega que há um problema. "Raramente chega uma pessoa com consciência de que tem um transtorno de personalidade", disse Josephs. "Os amigos e a família são os que os pressionam a procurar ajuda".
Atualmente há mais motivos do que nunca para pressioná-los. À medida que as famílias ficam cada vez mais fragmentadas e crescem as pressões sociais, os especialistas dizem que estão vendo mais casos de transtornos de personalidade do que nunca. Estima-se que até 9% da população sofra de algum tipo de transtorno de personalidade, e até 20% de todas as hospitalizações por problemas de saúde mental podem resultar de tais condições.
Os epidemiologistas não fizeram um bom trabalho em comparar estes números com os de anos anteriores, mas muitos médicos relatam - por observação casual - que estão aumentando os casos que estão tratando de transtornos de personalidade. "Os mais severos estão aumentando", disse Josephs, "especialmente entre pessoas que cresceram em lares com problemas de divórcio, drogas ou álcool".
Desta forma, cada vez mais pesquisadores estão à procura de novas formas para tratar tais condições explorando tanto as raízes genéticas quanto ambientais, buscando tanto curas químicas quanto terapêuticas. E é bom que estejam. "Os custos sociais de desordens de personalidade são imensos", disse o dr. John Gunderson diretor do Serviço de Transtornos de Personalidade do Hospital McLean, em Belmont, Massachusetts. "Estas pessoas estão envolvidas em muitos males da sociedade -divórcio, abuso infantil, violência. O problema é tremendo".
Apesar das soluções serem esquivas, o arco patológico dos transtornos de personalidade é previsível. Eles tendem a aparecer depois dos 18 anos, atingindo igualmente homens e mulheres -apesar do gênero poder influenciar qual dos 10 transtornos uma pessoa desenvolverá. Os transtornos são agrupados em três subcategorias, e destas, o chamado grupo dramático -os transtornos fronteiriço, anti-social, histriônico e narcisista- é o mais conhecido. Mas são os fronteiriços que causam aos médicos -sem dizer às famílias- as maiores dores de cabeça.
As pessoas com transtorno de personalidade fronteiriço formam relacionamentos cada vez mais voláteis, oscilando entre a idealização da família e dos amigos e o desprezo deles como sem valor ou odiosos. São pessoas que temem ser abandonadas, mas reagem tão selvagemente quando um ente querido as desaponta que o abandono é freqüentemente o que conseguem. Ao serem levadas à terapia, a mesma dinâmica se desenvolve lá. "Em um determinado momento você é o amigo mais íntimo, e duas semanas depois, você é o inimigo", disse Norman Clemens, professor de Psicologia da Universidade da Reserva Case Western em Cleveland.
As personalidades histriônicas e narcisistas usam o drama ou a concentração em si mesmas basicamente da mesma forma -para afastar a família e irritar os terapeutas. Pessoas com personalidades anti-sociais elevam as apostas, exibindo agressividade, falta de consciência e indiferença à lei, geralmente misturando comportamento criminoso em sua patologia.
Menos dramático, mas igualmente teimoso, é o grupo ansioso, que inclui a personalidade dependente, a socialmente tímida personalidade esquiva e a rígida e cheia de regras personalidade obsessivo-compulsiva (um diagnóstico totalmente diferente de desordem obsessivo-compulsiva, um problema de ansiedade). O terceiro grupo -chamado de grupo esquisito ou excêntrico- inclui as personalidades paranóide, esquizotípica e esquizóide. Paranóide é exatamente o que o nome diz. Os esquizotípicos e os esquizóides apresentam problemas para formação de relacionamentos e interpretação das dicas sociais; os esquizotípicos também podem sofrer ilusões. "Os esquizóides são lobos solitários", disse Clemens. "Os esquizotípicos caminham no limite da verdadeira esquizofrenia".
Antes que os cientistas possam imaginar como tratar estas condições, precisam determinar o que há por trás delas. Poucos pesquisadores duvidam que quando os transtornos estão tão entrelaçadas no temperamento, parte do que os causa está escrito nos genes. Um estudo norueguês, publicado em 2000, examinou gêmeos idênticos e fraternos e descobriu que pares idênticos -com suas plantas genéticas idênticas- apresentavam maior probabilidade de compartilhar transtornos de personalidade do que pares não idênticos. A personalidade fronteiriça apresentou um nível de hereditariedade de 69%. Isto confirma as observações de campo dos médicos, que perceberam taxas maiores de transtornos entre os descendentes de pessoas com transtornos de personalidade. "Quase certamente há múltiplos genes envolvidos na predisposição das pessoas aos transtornos de personalidade", disse Gunderson.
Mas genes não são tudo. Terapeutas que trabalham com narcisistas geralmente descobrem abuso na infância ou algum outro trauma que leva à baixa auto-estima ou ao ódio-próprio -exatamente o tipo de buraco emocional que a grandiosidade patológica busca preencher. O transtorno de personalidade fronteiriço afeta mais mulheres do que homens, e algumas pesquisas mostraram que até 70% das mulheres fronteiriças sofreram abuso físico ou sexual em certa altura de suas vidas. É difícil atribuir tais maus tratos aos genes. O transtorno bipolar ou dificuldades de aprendizado quando são lidadas de forma indevida também podem evoluir em transtornos de personalidade. O dr. Larry Siever, professor de Psiquiatria da Escola de Medicina Mount Sinai em Nova York, acredita que parte do aumento dos transtornos de personalidade pode estar vinculada à perda dos grupos naturais de apoio, à medida que os indivíduos, em uma cultura cada vez mais móvel, migram cada vez mais para mais longe de casa. "No passado", disse ele, "nós vivíamos perto de nossas famílias estendidas em comunidades altamente estruturadas. As pessoas podiam cuidar dos seus e refreá-los".
Sejam quais forem as raízes específicas das condições, assim que estes dados ambientais e genéticos são lançados, o resultado já está consumado para a pessoa com transtorno de personalidade? Resumindo, a resposta triste é: freqüentemente sim -pelo menos enquanto os pacientes com transtorno de personalidade resistirem ao reconhecimento do problema. Transtornos de ansiedade como fobias geralmente são tratadas como males ego-distônicos: o doente reconhece o problema e deseja fazer algo a respeito. Desordens de personalidade são ego-sintônicas: os indivíduos acreditam que o drama, a concentração em si mesmos e outras características que marcam sua condição são respostas razoáveis para a forma como o mundo os trata. Este é um paciente difícil de curar, mas há esperança, e parte dela começa no laboratório farmacêutico.
Os pesquisadores estão descobrindo que antipsicóticos podem ajudar a minimizar os sintomas paranóides, esquizóides e esquizotípicos. Uma variedade de medicamentos -incluindo estabilizadores de humor, como lítio e Depakote; anticonvulsivos como Tegretol; e inibidores de recaptura de serotonina (SSRIs)- podem ajudar a controlar o elemento impulsivo dos transtornos dramáticos. E apesar de medicamentos antidepressivos e antiansiedade fazerem pouco para corrigir algo tão básico como a personalidade, os médicos descobriram que se prescreverem medicamentos para aliviar o estresse resultante de viver uma vida com tamanha desordem, alguns pacientes são motivados a buscar o trabalho mais árduo da terapia de conversação. Para aqueles que o fazem, as opções estão aumentando. A terapia analítica, que explora traumas passados, pode revelar os conflitos enraizados profundamente por trás das condições.
Resultados mais imediatos podem ser obtidos por meio de terapia cognitiva e comportamental, que ensina alterações de comportamento. Um novo tratamento conhecido como terapia de comportamento dialético, desenvolvido pela psicóloga clínica Marsha Linehan, da Universidade de Washington, pode ensinar aos pacientes fronteiriços a reconhecer situações que provocam sentimentos explosivos, os ajudando a conter uma reação antes que ela irrompa. "A primeira coisa que ensinamos é a assumir o controle do comportamento", disse Linehan. "Depois disso, nós trabalhamos em como se sentir melhor".
Quando os pacientes se comprometem com algum tipo de terapia, até mesmo os médicos ficam surpresos. Um estudo conduzido por Gunderson e colegas de Harvard, Yale, Colúmbia e Brown investigou pacientes fronteiriços, esquivos, obsessivo-compulsivos e esquizotípicos e descobriu que, após dois anos de tratamentos, incluindo medicação, psicoterapia, terapia de comportamento dialético ou terapia de grupo ou familiar, eles apresentaram uma melhora de 40%. "Isto é uma grande notícia", disse Gunderson. "Ninguém imaginava que conseguiríamos algo melhor que 15%".
Mas 40% ainda deixa 60% de sofredores, e os pesquisadores esperam conseguir pender a balança para o outro lado. No Mount Sinai, Siever está investigando ainda mais profundamente o que torna as pessoas neurologicamente suscetíveis aos transtornos de personalidade, estudando a estrutura e a função do próprio cérebro, visando determinar que áreas falham no curso das desordens assim como o papel de neurotransmissores como serotonina e dopamina. Outros estão estudando causas possíveis como níveis elevados de hormônios de estresse no útero e até má nutrição durante o desenvolvimento do cérebro. A compreensão da bioquímica deverá facilitar o desenvolvimento de medicamentos. Até lá, caberá principalmente aos pacientes negar a mentira que a desordem diz - que não há nada realmente errado com eles - e realizar o compromisso terapêutico necessário para consertar as coisas. "Ninguém muda totalmente", disse Josephs. "Mas qualquer um pode se tornar mais flexível e resistente. Qualquer um pode fazer progressos". Isto por si só já é um prognóstico melhor do que a maioria dos pacientes já teve.







Por: Lazáro Freire

Meu antigo professor de Transpsicanálise, o austríaco André Keppe, costumava dizer que esse momento, digamos, "cultural" da história ocidental pode vir a ser classificado, no futuro, como "período neo-narcisista". Eu acrescentaria um "pós-hedonista".

Explico: Vivemos um grande "neo-narcisismo pós-hedonista". O antigo culto ao corpo implicava, pelo menos, melhorar o que se tem. Agora, o próprio corpo tornou-se um produto a ser adquirido - cabelos, seios, cinturas - para ingressarmos no mercado do "amor".

Nele, bons investidores conseguem adoração, independência financeira ou substituto de auto-estima até a próxima estação de neo-prostituição. Se o amor é mercado, preciso ser bem de consumo, moeda de troca, e a embalagem é fundamental.

Fico imaginando como serão os cemitérios do futuro. Precisarão ter caixinhas de restos mortais maiores, para acomodar as bolsinhas de silicone da bunda e peitos da titia que "desencascou". Ainda bem que silicone é inflamável: Com um pouco de fogos de artifício, poderemos vir a ter rituais pirotécnicos nas futuras cremações. Mas isso se houver família para administrar restos mortais.

No pós-hedonismo da geração que ligou o dito "botão de foda-se", os filhos (mal) criados sem limites tornam-se pequenos ditadores domésticos. Educamos, se é que se pode usar esta palavra, um exército de psicopatas, crescendo em um país em crise, voltados para o próprio seio. Ou para o próprio umbigo, já que "seus" seios - de silicone - são artificiais. Pensando bem, esta geração do "cada um com seus problemas" não terá senso comunitário suficiente para cuidar de "restos", ainda que mortais...

Como ativista do Greenpeace, sou obrigado a alertar: do jeito que vai o meio ambiente, a campanha da fraternidade de 2050 pode ser: "recicle os restos de silicone de sua avó".

E tome malhação. E tatuagens excessivas, afinal tudo que não queremos é mostrar a própria "pele". Nada mais simbólico do enchê-la também de furos: A motivação inconsciente do modismo dos piercings me faz lembrar dos pacientes de relatos clássicos da psicanálise, que retalhavam a pele como forma de deixar "alguém preso" sair - aliviando assim sua angústia pessoal. Estariamos fazendo o mesmo, coletivamente, com nossa angústia existencial?

Hoje, é preciso construir outra persona, ilusória. Tatuagens e plásticas são bem vindas, em cima de músculos forçadamente adquiridos em sessões excessivas de academia, não raro diárias. Combinações perfeitas para os silicones e anabolizantes dos que consomem, narcisisticamente, sua inclusão no novo mundo do prazer.

Há também os aditivos do prazer: Em um mundo hedonista que não perdoa falhas, as drogas de maior faturamento no planeta são os anti-depressivos... e auxiliares da ereção!!! Seguidas pelo Ectasy, no mundo ilegal. Não há como ser coincidência.

Enquanto isso, nas "comunidades" de redes de relacionamento virtual, uma série de sintomas patológicos, intolerâncias e extremismos são assumidos como se fossem características da personalidade.

Para quê meio-termo em um mundo de exageros? O importante é "ter atitude", muitas vezes um eufemismo para comportamentos maníacos - alguns deles, bipolares, graças ao Prozac "receitado" por ginecologistas ou clínicos gerais após extenso "exame psicológico" de 15 minutos. Se alguém estiver triste ou reflexivo, "conserta-se".

Não se questiona a sociedade, adapta-se a ela. Terapias instantâneas alienantes proliferam-se, em lugar da análise. Não há tempo a perder, mudando o comportamento já está bom. Se algo der errado adiante, o paciente siliconado que "consuma" a terapia outra vez.

Jung, que faleceu em 1961, previa estarmos criando uma sociedade patológica, onde o excesso do consciente / material / aparente sobre o inconsciente (integrado) / espiritual / subjetivo reproduziria a própria estrutura da neurose, a ponto de perdemos a coincidência dos limites entre saudável e normal. E hoje, alternando entre neuroses e psicoses, evoluimos para uma sociedade... "borderline".

Neste cenário, para quê se comprometer, atravessar dificuldades ou perdoar? Vamos "ficar", que a fila anda. Se não for divertido, não fazemos mais. "Amor" descartável, comprado pela aparência, voltado ao prazer.

A questão é que o narcisismo individual favorece o comportamento egocêntrico, descontinuidade afetiva e instabilidade emocional. Tornando-se um modelo coletivo de "normalidade", bem como um diferencial de inclusão afetivo social, construiu uma sociedade de "cada um por si", relacionamentos descartáveis, aqui-agora, perdas constantes, onde não há "culpa" (leia-se: responsabilidade) sobre o que se prometia - ou exigia. A mídia molda o indivíduo, refletido coletiva e patologicamente na "sociedade", e esta não precisa mais da parte para se perpetuar. Não é apenas um silicone ou academia: estes são realimentação de algo maior anterior.

Neo-narcisismo pós-hedonista. Viva o corpo e o prazer, pra ver se isso aplaca, no que "estou", a angústia do que não consigo "ser". Imagem é tudo. A fila anda. Tudo pelo prazer. Vamos à academia trabalhar anabolizantes e silicones, perseguindo um "modelo" distante da saudável exequibilidade, salvo consumo adicional. Precisamos estar bem para mostrarmos nossa nova pele tatuada e furada, ferida na alma, para o amor descartável que temos que conquistar hoje... antes de deixarmos amanhã, na primeira dificuldade ou novo prazer, assim que a "fila andar".



( indo para a academia, consultando as promoções no guia de estilo, e pensando se vale mais a pena comprar um sorriso "perfeito", um implante de cabelos... ou um kit de "alongamento e potência" em outro lugar :-)
--
Lázaro Freire




De:
Carol

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Shakespeare, é bom ler.


Amigos(as), vocês já ouviram falar certa vez do William Shakespeare.Muita gente conhece superficialmente ele isso porque já ouviram falar de Romeu e Julieta e Hamlet, que compõe uma de suas 38 peças, como também dos seus dois longos poemas e 154 sonetos. Esse dramaturgo inglês nasceu em 23 de Abril de 1564, em Stratford-upon-Avon e faleceu no dia 23 de Abril de 1616 na mesma localidade,seus textos e temas produzem uma força gigantesca sobre a cultura do ocidente.Pode-se ver que milhôes de peças foram adaptadas ao seu enredo, e a mais conhecida é a romântica tragédia de Romeu e Julieta. Mas porque todos nós gostamos deste autor? Creio que seja pelo fato que Shakespeare quequer chamar a atenção para o desenlace máximo que o amor tem a capacidade de gerar nas atitudes do ser que ama.
Para quem não leu ( li na 7° série), seria muito bom entrar no universo Shakespeariano. Reservei abaixo, algumas de suas surpreendentes frases que marcaram e ainda nos marcam hoje.


Aprendi que não posso exigir o amor de ninguém...
Posso apenas dar boas razões para que gostem de mim...
E ter paciência para que a vida faça o resto...

William Shakespeare




"Perguntei a um sábio,
a diferença que havia
entre amor e amizade,
ele me disse essa verdade...
O Amor é mais sensível,
a Amizade mais segura.
O Amor nos dá asas,
a Amizade o chão.
No Amor há mais carinho,
na Amizade compreensão.
O Amor é plantado
e com carinho cultivado,
a Amizade vem faceira,
e com troca de alegria e tristeza,
torna-se uma grande e querida
companheira.
Mas quando o Amor é sincero
ele vem com um grande amigo,
e quando a Amizade é concreta,
ela é cheia de amor e carinho.
Quando se tem um amigo
ou uma grande paixão,
ambos sentimentos coexistem
dentro do seu coração."

William Shakespeare

Eu aprendi...
...que ignorar os fatos não os altera;

Eu aprendi...
...que quando você planeja se nivelar com alguém, apenas esta permitindo que essa pessoa continue a magoar você;

Eu aprendi...
...que o AMOR, e não o TEMPO, é que cura todas as feridas;

Eu aprendi...
...que ninguém é perfeito até que você se apaixone por essa pessoa;

Eu aprendi...
...que a vida é dura, mas eu sou mais ainda;

Eu aprendi...
...que as oportunidades nunca são perdidas; alguém vai aproveitar as que você perdeu.

Eu aprendi...
...que quando o ancoradouro se torna amargo a felicidade vai aportar em outro lugar;

Eu aprendi...
...que não posso escolher como me sinto, mas posso escolher o que fazer a respeito;

Eu aprendi...
...que todos querem viver no topo da montanha, mas toda felicidade e crescimento ocorre quando você esta escalando-a;

Eu aprendi...
...que quanto menos tempo tenho, mais coisas consigo fazer.


Aprende que não importa em quantos pedaços seu coração foi partido, o mundo não pára para que você o conserte. Aprende que o tempo não é algo que possa voltar.
Portanto, plante seu jardim e decorre sua alma, em vez de esperar que alguém lhe traga flores....
Aprende que com a mesma severidade com que julga, você será em algum momento condenado.
Aprende que o tempo não é algo que possa voltar para trás. E você aprende que realmente pode suportar...
que realmente é forte, e que pode ir muito mais longe depois de pensar que não se pode mais.
E que realmente a vida tem valor e que você tem valor diante da vida.

William Shakespeare.





As palavras são como os patifes desde o momento em que as promessas os desonraram. Elas tornaram-se de tal maneira impostoras que me repugna servir-me delas para provar que tenho razão. William Shakespeare

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

O silêncio é um amigo que nunca trai.

Hoje não estou afim de colocar nada por aqui, resolvi me calar. Por que?

Aprendi que não adianta caminhar tão limpo em estradas sujas;
Que não é necessário insistir redigir poemas a cegos e cantar para surdos;
Que toda superficialidade é tão fraca quanto imaginamos ser;
Que fantasias não são reais,exeto no carnaval.
Que a verdade é remédio ruim, mas cura dos males e deixa bom;
Que se te conhecem,não duvidam de ti;
Que falar e não pensar é erro;
Que reconhecer erros não é sinal de fraqueza;
Que o mundo corrompe, mas não todos os corações;
Que a casca pode ser linda, mas descasca;
Que iluzão não é feia, mas é feio iludir;
Que a neve esconde vidas;
Que seres humanos jamais serão onipotentes;
Que ver de olhos fechados, é ideal;
Que vidro quebrado pertence ao lixo;
E quem se vai, não volta.


O resto, deixo que eles falem por mim:





"Nunca amamos ninguém. Amamos, tão-somente, a ideia que fazemos de alguém. É a um conceito nosso - em suma, é a nós mesmos - que amamos. Isso é verdade em toda a escala do amor. No amor sexual buscamos um prazer nosso dado por intermédio de um corpo estranho. No amor diferente do sexual, buscamos um prazer nosso dado por intermédio de uma ideia nossa."

Fernando Pessoa


"Nunca diga te amo se não te interessa.
Nunca fale sobre sentimentos se estes não existem.

Nunca toque numa vida se não pretende romper um coração.
Nunca olhe nos olhos de alguém se não quiser vê-lo se derramar em lágrimas por causa de ti.

A coisa mais cruel que alguém pode fazer é permitir que alguém se apaixone por você quando você não pretende fazer o mesmo."

Mário Quintana





"Porque quem ama nunca sabe o que ama
Nem sabe porque ama, nem o que é amar
Amar é a eterna inocência,
E a única inocência, não pensar..."

Fernando Pessoa



"O amor é eterno - a sua manifestação pode modificar-se, mas nunca a sua essência... através do amor vemos as coisas com mais tranquilidade, e somente com essa tranquilidade um trabalho pode ser bem sucedido."

Vincent Van Gogh






"O amor nunca faz reclamações; dá sempre. O amor tolera; jamais se irrita e nunca exerce vingança."

Mahatma Gandhi



"É um amor pobre aquele que se pode medir."

William Shakespeare


"O amor começa quando uma pessoa se sente só e termina quando uma pessoa deseja estar só."

Léon Tolstoi





DE:

Carol